terça-feira, 26 de junho de 2012

Ser Açoriano

Vale a pena quebrar o "Radio Silence" para colocar aqui este texto do Vitorino Nemésio....

Já agora..  está alguém desse lado? Ou fecho a tasca?? :)

Brilhante.


sexta-feira, 27 de abril de 2012

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Em uma reunião hoje...

"Registamos melhorias...mas também algumas piorias"..


hehhehe.. o pessoal anda todo queimadinho.


:)

domingo, 8 de abril de 2012

sábado, 7 de abril de 2012

Boa Páscoa


Gosto, mas gosto muito, que a primeira palavra de Jesus no Evangelho de João seja uma pergunta (e seja aquela pergunta): “Que procurais?” (Jo 1,38). Consola-me ir percebendo que o que sustenta a arquitetura dos encontros e dos desencontros que os Evangelhos relatam é uma espécie de coreografia de perguntas, um intenso tráfico interrogativo, construído a maior parte do tempo a tatear, sem saber bem, com muitas dúvidas, muitos disparos ao lado, muita incapacidade até de comunicar. Isso é uma âncora, por muito que nos custe, pois uma vida só assente em respostas é uma vida diminuída, à maneira de uma primavera que não chegou a ser.

Não sei como vai rebentar em nós a primavera, como se vai acender este reflorir que a natureza insinua, este renascer que o gesto pascal de Jesus espantosamente (res)suscita na nossa humanidade. Sei apenas que nas perguntas, mesmo naquelas que são difíceis e nos estremecem, reencontramos a vida exposta e aberta, certamente mais frágil, mas a única que nos permite tocar as margens de uma existência autêntica.

Todos somos habitados por perguntas e elas cartografam zonas silenciosas, territórios de fronteira do nosso ser. Estes dias reencontrei a pergunta de Pilatos (ainda no Evangelho de João): “O que é a verdade?” (Jo18,38). E dei comigo a aproximar esta pergunta de uma das frases emblemáticas de Jesus: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida” (Jo 14,2). Sem querer relativizar a natureza densamente dogmática do enunciado, dei comigo, porém, a revisitá-lo em chave existencial. E era como se Jesus, mestre da vida que incessantemente se reformula em nós, nos desafiasse a uma apropriação. Sim, a uma apropriação.

É necessário que perante a multidão dos caminhos percorridos e a percorrer cada um de nós diga: “eu sou o caminho que percorro”. É decisivo que as verdades que acordamos não sejam uma sobreposição, mas uma expressão profunda do que somos: “eu sou a verdade”. É urgente que a vida não seja só a acumulação do tempo e do seu cavalgar sonâmbulo, mas que cada um, pelo menos uma vez, possa dizer plenamente: “eu sou a vida”. Acho que é disto que o mistério pascal fala.

José Tolentino Mendonça

terça-feira, 3 de abril de 2012

Há coincidências.. ou não!

Estou a montar um plano de formação e a dada altura tive uma ideia de definir "trainnig paths", e pensei na metáfora de uma estação de metro, e depois ia calcualr o custo de cada caminho, .. e o "melenate" podeira entrar em uma estação mais atrás ou mais à frente consoante a avaliaçao inicial.

Achei a ideia gira..partilhei..e andei para a frente.

Hoje fui a uma página do site da Big Blue...


e vejo isto...




Os gajos copiaram-me a ideia! :)

Conversa entre dois ilhéus!

Entre mim e este camarada...


"Amigo, vou lá à Terceira agora na Páscoa, queres que te traga alguma coisa?"



"Caro amigo... queijadas da graciosa... arranja-me uma dúzia. Se fores às 5, traz-me um queijo vaquinha dos pequenos!"

:)

Por imagens...




segunda-feira, 26 de março de 2012

sábado, 17 de março de 2012

myfarm.com

Acho esta ideia GENIAL! :) Só tenho pena de não ter ido para Engenharia Agrónoma :)

Que ideia fabulosa...basicamente e um farm-ville a sério. Aluga-se um aparcela de terra de 50m2 e plantamos o que quisermos (dentro de certas restrições) e no fim recebemos os produtos. Todo o processo pode ser seguido através do site e webcam!

Genial...

http://myfarm.com.pt

O cliente regista-se e entra na sua área exclusiva. Nessa sua área terá que adquirir um mínimo de 600 pontos (60€). Estes pontos pagam o primeiro mês de arrendamento da parcela e garantem a realização das primeiras operações na horta do cliente (todas as operações culturais a efectuar na horta serão pagas no momento em que são pedidas).
Assim que o cliente tiver os pontos disponíveis, surge-lhe a planta da sua parcela (com cerca de 49m2) e ao lado da mesma, os produtos hortícolas que pode semear/plantar (de acordo com a época do ano). Agora só terá que arrastar os seus produtos para cima da sua parcela e definir as respectivas áreas de sementeira/plantação. Ao mesmo tempo que cria a sua horta virtual, surgem-lhe as informações relativamente às produções esperadas, aos custos (em pontos) da operação de sementeira/plantação (assim como uma estimativa dos custos totais de produção) e as possíveis datas de colheita (informações estas que o poderão ajudar a gerir o consumo dos produtos). Quando terminar, esta informação é passada para o gestor do cliente, o qual implementará a horta do cliente no terreno no prazo máximo de 3 dias úteis, ou assim que as condições climatéricas (ou do solo) o permitirem.
O cliente passará a ter na sua área pessoal não só todas as informações, relativamente ao desenvolvimento da sua horta, como também a poderá ver através do acesso exclusivo a uma câmara Web que, 24/24h, que permitirá ao cliente visualizar a sua horta e os trabalhos que nela ocorreram. Sempre que forem necessárias realizar operações na sua horta, o gestor do cliente informará o cliente dessa situação e solicita-lhe que tome as decisões possíveis (com o devido aconselhamento técnico), decisões essas que o gestor de cliente irá posteriormente implantar. Quando o ciclo produtivo de uma cultura terminar e a mesma estiver pronta para a colheita, o gestor do cliente informa-o dessa situação e combinará com ele a hora onde poderá entregar os produtos ao cliente (as entregas serão realizadas semanalmente). 

quinta-feira, 15 de março de 2012

Family

Quem me conhece sabe que sou emigrante. Vim dos Açores para cá aos 17 anos. Nunca criei "raízes" profundas que me fizessem deixar de sentir e pensar "vou para casa" sempre que volto aos Açores em férias.

Hoje senti pela primeira vez que tenho cá uma família. Já sabia, em teoria,..mas hoje senti, e fizeram-me sentir.

Obrigado a todos por tudo.

Respect!

For all those born in the 70's and 80's


quarta-feira, 14 de março de 2012